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Estratégias adoptadas e grau de cumprimento de metas fixadas

 

A estratégia da Agência Lusa em 2023 orientou-se pelos seguintes pontos, definidos no Plano de Atividades e Orçamento (PAO) para 2023 e tendo por base a produção de serviços conforme tabela infra:

 

Tipo Conteúdo Média Diária Contrato Serviço Público
2022/2027
2024 2025
Foto 165 157 Pelo menos 100
Áudio 33 32 Pelo menos 30
Misto 5 5 -
Texto (Todos os Géneros) 482 492 Pelo menos 400
Video 17 20 Pelo menos 15
  702 706 -

 

1) A gestão orçamental criteriosa tem de continuar a ser uma prática fundamental, visando uma posição económica e financeira sustentável, de modo a executar a implementação do PAO, para uma maior autonomia e independência na gestão e considerando os novos desafios derivados da crise económica em curso, e dos objetivos do acionista maioritário. A agência tem de continuar a apresentar resultados líquidos positivos decorrentes da sua atividade normal e recorrente.

A Lusa continua a pautar-se por uma disciplina orçamental, apresentando consecutivamente resultados e EBITDA positivos, desde 2016, suportados maioritariamente por poupanças ao nível de gastos operacionais. As receitas próprias, no ano transato, ficaram abaixo do orçamentado. Em 2025, a Lusa apresenta um EBITDA de €1,1 milhões e o resultado líquido foi positivo, na ordem de €336 mil. De realçar que os investimentos atingiram o valor de €1,125 milhões - o valor mais elevado dos últimos 25 anos -, com o objetivo de preparar a Agência para a transformação digital prevista no PACS.

O Contrato de Prestação de Serviço Público, atualmente em vigor para 6 anos, foi assinado no final de janeiro de 2022, tendo sido obtido o visto do Tribunal de Contas em agosto. Fruto da mudança contratual no que respeita ao período e ao pagamento trimestral antecipado, tem-se assistido a uma estabilidade no financiamento digno de registar, originando receitas financeiras como consequência de uma gestão de tesouraria rigorosa. Apesar do aumento da indemnização compensatória, tem-se se assistido a um crescimento significativo nos gastos operacionais, por efeito essencialmente de aumentos salariais.

 

2) Executar o preconizado do Plano de Ação para a Comunicação Social no que diz respeito às principais medidas afetas à Lusa nomeadamente:

a) Clarificação da estrutura acionista: O Governo pretende adquirir o restante capital, pertença de NP, Público, RTP e Diário do Minho, em 2025, por cerca de €200 mil, para garantir uma propriedade isenta e sólida da agência.

b) Novo modelo de governação: Será criado um Conselho de Supervisão com composição multissetorial na área dos media. Este Conselho garantirá a autonomia do Conselho de Administração e a independência da direção de informação, além de supervisionar a atividade da agência, e servirá também para se pronunciar sobre a nomeação do Conselho de Administração da Agência.

c) Modernização em meios humanos e tecnológicos: Investimento de €4 milhões ao longo de três anos, começando em 2025, para modernizar a Lusa com infraestruturas (como estúdios de gravação e auditórios) e aplicações informáticas. Isso inclui alterações no site, redes sociais, sistema de newsletter e monitorização de conteúdos. Neste capítulo também está incluído reforço, requalificação e reestruturação dos meios humanos da Lusa para fazer face aos novos desafios da Lusa e do setor na área tecnológica e digital.

d) Descontos para órgãos de comunicação: A Lusa vai oferecer descontos entre 50% e 75% para serviços de interesse público a órgãos de comunicação regionais e nacionais. Esta medida entrará em vigor após revisão do contrato de serviço público e terá um impacto de cerca de €2 milhões na redução da receita. Esta medida antes da sua implementação tem por base a clara definição das entidades envolvidas nomeadamente, a existência de atividade no setor em causa, a sua dimensão, a sua estrutura editorial, e os serviços a prestar.

As duas primeiras medidas encontram-se concretizadas. Desde novembro de 2025, a Lusa pertence na sua totalidade ao Estado português resultante da aquisição de 49,85% dos acionistas privados: Global Media, Páginas Civilizadas, Público, Diário Minho, RTP e NP. Os novos estatutos foram divulgados no início do ano. No novo modelo de governação, aí previsto, as principais mudanças residem num Conselho de Administração com 3 membros executivos, um mandato de 4 anos, escrutínio parlamentar e um Conselho Consultivo constituído por 13 membros.

 

3) A modernização e atualização tecnológica é uma das bases para o sucesso da Lusa e será cada vez mais uma constante a ter em consideração, por isso devem ser consideradas as seguintes iniciativas:

a) Debater e implementar uma cultura de inovação transversal à empresa e à sua atividade.

b) Constituir uma rede de parceiros tecnológicos flexíveis, inovadores e profissionais que nos acompanhem nestas ações.

c) Consolidação das ações implementadas no âmbito da cibersegurança, área que requer uma atenção contínua, de modo a minimizar qualquer impacto derivadas quer de ações externas quer de internas que possam ter na atividade da Lusa e no seu ecossistema.

d) Analisar e implementar ferramentas que permitam aumentar a eficiência operacional e de mercados da empresa através de várias ferramentas de várias tecnologias de ajuda ao trabalho diário de todos e com integração nos principais sistemas: Desmaterialização; Dashboard de análise de dados e de gestão; Voz Texto e Texto Voz; Newsletters; Press Releases; Sensibilização para os direitos de autor; Podcast e feeds da Lusa em áudio; Live TV; Tradução; Monitorização espaço digital e cumprimento dos direitos autorais do setor.

e) Dar continuidade à implementação de um modelo de negócio digital, assente num sistema flexível, alicerçado numa distribuição através de um site moderno e em redes sociais, potenciando e comercializando os nossos conteúdos para vários públicos, em mobilidade, e geografias existentes e/ou a conquistar.

Algumas destas ações poderão resultar de sinergias a implementar com parceiros nacionais e internacionais caso seja em benefício da empresa, mantendo sempre a sua independência e autonomia.

A Lusa mantém-se membro do Grupo Informal de Literacia Mediática, que irá ter um novo dinamismo debaixo da nova estrutura de missão para a comunicação social, tendo participado em novembro da conferência anual em Coimbra. Ainda nesta dimensão, a Agência colabora no projeto IBERIFIER Plus, na 2.ª edição com 23 parceiros liderados pela Universidade de Navarra, que é um dos 14 hubs que abrangem a totalidade dos países da União Europeia, financiado para combater a desinformação através de fact checking e de literacia mediática. No início de 2026, candidatou-se à 3.ª edição, cujos resultados só devem ser conhecidos no 2.º trimestre de 2026.

No capítulo da cibersegurança, a Lusa tem participado de uma forma sistemática nos encontros do ISAC Media, reuniões entre empresas da comunicação social para debaterem os desafios atuais e futuros e trocar experiências na área de cibersegurança, com bastante sucesso.

Foi implementado um sistema de OCR remotamente para fazer o serviço revista de imprensa diário de uma forma automatizada, aumentando a produtividade e diminuindo o erro. Neste capítulo foi iniciado o projeto de digitalização das atas dos órgãos sociais da Lusa desde origem até ao final de 2025.

 

4) Na área de recursos humanos destacam-se algumas iniciativas a alcançar:

a) Continuar a potenciar a Escola Lusa com várias ações de formação em áreas do jornalismo de agência e de temas cruciais nomeadamente: Jornalismo e desinformação; Literacia mediática; IA e Jornalismo.

b) Nesta área, ainda dar continuidade a ações de formação transversais a toda a empresa, tais como de diversidade e inclusão, direitos e deveres dos trabalhadores do setor público, direitos de autor, competências de liderança, entre outros.

c) Revisão do Acordo de Empresa adequando-se à nova realidade da Agência e do mercado, com a inclusão do novo modelo de trabalho híbrido, mecanismos de retenção e requalificação de talentos, premiar o mérito, simplificar critérios e processos nomeadamente na avaliação de desempenho, e permitir uma sustentabilidade financeira da empresa para o futuro.

d) Melhorar as condições de trabalho dos trabalhadores, com benefícios tangíveis e intangíveis, da Lusa sempre que possível e em todas as geografias.

e) Em 2025, a Escola Lusa completou 18 edições do curso de jornalismo de agência, tendo participado cerca de 240 formandos. Foram também efetuadas várias formações em países lusófonos em formato remoto sobre o tema da desinformação. Foi também realizada uma formação em conceitos de inteligência artificial tendo participado 155 pessoas em 11 grupos no 1.º semestre 2025.

Continuou, à semelhança do ano transato, um modelo de trabalho híbrido em que existe a possibilidade dos trabalhadores efetuarem as suas atividades profissionais em teletrabalho à 2.ª e 6.ª feira, sendo que nos restantes dias é efetuado presencialmente, sempre que aplicável. Permitiu-se também o teletrabalho a 100% para todos os casos definidos na lei, bem como para outros que foi concedida equivalência por questões de saúde ou de apoio familiar.

No que respeita ao seguro de saúde, a empresa mantém a apólice, a qual foi renovada após concurso público no 3.º trimestre de 2025. Fruto deste novo concurso verificou-se um agravamento do prémio de seguro em 40%, consequência da idade dos trabalhadores da Lusa e do custo dos serviços de saúde. De registar que, nesta vertente, em algumas delegações da Lusa no estrangeiro, os trabalhadores também têm acesso a um seguro de saúde local com maiores possibilidades de acesso a serviços de saúde, estando em análise o alargamento desta medida, tendo já sido implementado em Angola e Cabo Verde. Foi implementado um complemento de seguro de saúde para áreas de saúde do bem-estar, com valências diversas.

Em 2025, concretizou-se o primeiro ciclo de 5 anos sobre o processo de avaliação de desempenho em conformidade com o Acordo de Empresa. Neste ano pela primeira vez convergem o ciclo de 3 anos com o de 5 anos, que resultou na atribuição promoções a 87 trabalhadores (44 mulheres e 43 homens) e 19 prémios de desempenho. Dado o enviesamento que sistematicamente se verifica nas notas de “muito bom” e “excelente”, existe a necessidade de se tomarem algumas medidas que devem passar por atribuição de quotas por níveis, bem como ações de formação para melhor aplicação do clausulado.

Foi lançado no final de 2024, e efetuadas pequenas alterações em 2025, o Código de Conduta da Lusa como forma de combater o assédio laboral e sexual e ao qual foi associado o canal de denúncia para registo de casos de uma forma anónima.

 

5) Ao nível estratégico, e considerando que a Lusa deve de ter a sua atividade assente em políticas públicas e que, fruto da evolução da sociedade moderna, novos valores e princípios devem ser implementados, reforçados ou revistos na tríade do pensamento estratégico Missão, Valores e Visão. Neste capítulo de politicas públicas devemos ter em mente os seguintes princípios base para os próximos anos:

a) Promoção da liberdade de expressão e de outros direitos de comunicação.

b) Proporcionar infraestruturas de comunicação de emergência e de crise.

c) Abordar as falhas do mercado com políticas públicas mais eficientes e direcionadas para mitigar assimetrias sociais económicas tecnológicas e geográficas, promovendo a inclusão, o acesso a conteúdos de interesse publico diversos rigorosos factuais isentos e credíveis, e aumentando as audiências de diversos públicos.

d) Promover a produção de conteúdos de interesse público, informação e formação.

e) Facilitar a participação dos cidadãos no debate de questões afetando a sociedade.

f) Proporcionar o acesso universal às infraestruturas.

g) Assegurar a disponibilidade de tecnologia de base e níveis de serviços acessíveis.

h) Promoção da diversidade, pluralidade na propriedade dos meios e disponibilidade de conteúdos.

i) Prevenir o crescimento e o abuso do poder monopolista nos meios de comunicação social.

j) Proteger a privacidade pessoal e a segurança dos dados dos utilizadores contra invasões.

k) Proporcionar transparência e comparabilidade em termos de preços dos serviços.

l) Conhecer melhor os clientes dos nossos clientes.

m) Proporcionar transparência na propriedade dos meios de comunicação social.

n) Fornecer informação para assegurar que os consumidores compreendem os algoritmos e outras influências tecnológicas automatizadas na escolha do conteúdo.

o) Promoção da responsabilidade dos meios de comunicação e das comunicações através de mecanismos reguladores.

p) Promover o debate para fomentar a inovação e a concorrência económica entre os fornecedores de media/comunicações produtos e serviços.

Foi apresentado pelo Governo o Plano de Ação para a Comunicação Social com cerca de 30 medidas, visando a sustentabilidade, pluralidade e independência do setor, estruturado em quatro eixos fundamentais: 1. Regulação do setor; 2. Serviço público concessionado; 3. Incentivo ao setor; 4. Combate à desinformação e Literacia mediática. Nele se destaca o papel relevante da Lusa para o apoio deste setor através de quatro medidas: Clarificação da estrutura acionista; Novo modelo de governação; Plano de modernização em meios humanos e tecnológicos; Criação de benefícios para Órgãos de Comunicação Social (OCS).

A concretização destas medidas terá um impacto relevante na estratégia da Lusa, começando-se assim a escrever um novo capítulo na história da Agência, ao fim de 39 anos de um modelo baseado numa estrutura mista de capital social e com um contrato de serviço público nela assente. Conforme acima referido as duas primeiras medidas foram já concluídas. Este último ponto carece de uma revisão profunda aos níveis dos objetivos estratégicos e de Indemnização Compensatória assente no novo modelo de serviço público a implementar. Foi também criada a Portugal Media Lab que terá um papel importante de coordenação das politicas públicas neste setor.

 

6) Ao nível editorial, a continuação do aumento da notoriedade da Lusa através da promoção de debates e conferências, a realizar em variados formatos e nas nossas redes sociais, de acordo com estratégia a desenvolver, relacionados com temas atuais: novo mapa geoestratégico mundial, implicações da IA no jornalismo, combate à desinformação, desenvolvimento e sustentabilidade económica, a crise ambiental entre outros temas.

A Lusa participou em variadas conferências durante 2025: Eurafrican Fórum, Encontro Anual do Conselho da Diáspora, Conferência GILME, 60 anos do jornal do Fundão, 20 anos da ERC entre outros eventos.

De referir que a newsletter interna da Lusa SOMOSLUSA tem tido uma grande atividade ao nível da divulgação de informação interna, na promoção de passatempos, na divulgação de protocolos com empresas e, principalmente, no sentido de aproximação entre todos dando a conhecer de uma forma mais informal a atividade da empresa e os respetivos trabalhadores.

Ao nível das redes sociais de realçar que o Instagram atingiu os 100 mil utilizadores em novembro, fruto da estratégia de aumentar a notoriedade em segmentos B2C. A Lusa começou a distribuir conteúdos na plataforma Bluesky.

 

7) Ao nível comercial, a empresa terá de ter uma atitude mais cêntrica face aos clientes e utilizadores tendo presente a mudança nos hábitos de consumo e a conquista das gerações afastadas das notícias, por diversos fatores. Assim, é necessário a redefinição da produção noticiosa em formatos mais ricos, conteúdos mais diversos e multifacetados, de modo a fazer face a necessidades de diferentes segmentos de clientes, diferentes geografias e diferentes populações etárias de utilizadores de conteúdos. Ao nível de distribuição, é necessário ter em consideração as necessidades das plataformas de comercialização dos nossos clientes de modo a poder entregar serviços ‘chave na mão’. Em termos do portfólio de clientes correntes, deverá ser feito uma análise aprofundada com os mesmos de modo a potenciar algum crescimento, através do preço ou de mais serviços, e explorar outros que têm potencial de serem clientes ativos. E, por último, mas de importância relevante, o aumento das receitas para além do contrato de serviço público como meta, e tendo por base o novo modelo de contrato com vista a conseguir gerar recursos para alavancar as mudanças tecnológicas prementes. Com este objetivo, as receitas próprias deverão manter-se acima dos €4 milhões nos próximos 5 anos, excluindo os descontos a serem aplicados.

No final de 2024 e em 2025 começou a ser analisada uma nova ferramenta de media monitoring (Opoint) dos conteúdos produzidos pela Lusa com o objetivo de medir qual o seu grau de distribuição e alcance no espaço digital de sites das principais entidades de comunicação social a operar em Portugal. Nesta dimensão estamos também a rever a plataforma EzyInsights.

Com o intuito de apoiar os órgãos de comunicação social, foi estabelecido um protocolo com a Associação Portuguesa de Imprensa de modo a fornecer serviços comerciais a um preço mais acessível, através de um pacote de três serviços – temático regional/distrital, lusa web texto e pacote de 20 fotos –, e em que os preços diminuirão com a entrada de novos associados.

A aplicação Fairlicensing da Pixray permite verificar do feed noticioso da Lusa quem o está a utilizar indevidamente e se tem contratualizado esse serviço com a empresa. Possibilita, numa primeira instância, vender as fotografias que não estão contratualizadas e também alertar os utilizadores para as regras dos direitos de autor, educando o mercado para este fim, e também poder saber quem são clientes potenciais e migrá-los para os serviços da Lusa. Foram alcançadas vendas relevantes para uma área ainda pouco explorada e desconhecida de direitos de autor, registando-se receitas de €62 mil em 2025. O serviço Google News ShowCase completou o seu segundo ano de atividade com bastante sucesso, sendo uma fonte de receitas próprias importante para a Lusa. Foi concluída a renovação para 2026.

No final de 2025, foi concluído o projeto do estúdio de gravações, apetrechado com novo equipamento de iluminação, gravação, telas, isolamento acústico e com cenários virtuais que permitam alguma criatividade nesta atividade. Serve como apoio à realização de entrevistas e gravações para a editoria Multimédia, e de videocasts e podcasts, que era uma evidente carência da atividade da Agência.

Como forma de colmatar uma lacuna existente, nomeadamente na atividade de vídeo para com os clientes de televisão, foi reforçado o equipamento que permitirá distribuir, em direto e de uma forma rápida, as reportagens que a Lusa esteja a cobrir, evitando downloads e edições.

 

8) Em termos de marketing, o foco no aumento da notoriedade da Lusa deve ser uma premissa base da nossa atividade. Para este fim, devemos continuar a implementar várias ações, dentro as quais se destacam:

a) Protocolos com agências internacionais que complementem a gama de serviços e geografias.

b) Continuação da edição distribuição, comercialização e apresentação do Anuário Lusa.

c) Protocolos com escolas de comunicação social para partilha de conteúdos e de estágios.

d) Acordos com startups nomeadamente em áreas nas quais precisamos de desenvolver mais competências.

e) Parcerias com universidades e organismos de investigação para fomentar e potenciar a inovação e sinergias.

f) Presença em conferências de parceiros institucionais de relevo bem como reforçar os laços com as alianças de agências de noticias.

g) Promover ações interna de divulgação da marca Lusa, aumentando a participação dos trabalhadores.

h) Candidaturas a projetos internacionais e nacionais em várias áreas da empresa.

i) Encontro anual de trabalhadores.

A Lusa voltou a publicar e comercializar o seu Anuário em 2025, que recorda, em fotografias e texto, os principais acontecimentos do ano anterior. Repetindo a estratégia dos anos anteriores, o livro voltou a ter uma apresentação presencial em Lisboa e no Porto, onde participaram Marina Costa Lobo e Jaime Nogueira Pinto num debate moderado por Carlos Vaz Marques. No Porto, a apresentação foi efetuada por Fernando Araújo ex-Diretor do SNS. À semelhança do ano transato foi efetuada uma mostra de fotografias em Lisboa e uma exposição mais alargada de cerca de 30 fotografias nos Paços do Concelho no Porto. Foi também realizada uma exposição de fotos no ISEL, no El Corte Inglês de Vila Nova de Gaia e uma exposição itinerante na rede de lojas Fnac.

Foi efetuado, em outubro de 2025, mais uma edição do Programa de Formação de Jovens Jornalistas em Assuntos Europeus, em colaboração com o Parlamento Europeu, na sequência do concurso que a Lusa venceu em 2022, contando com a participação de 14 formandos. Em cada módulo, 10 jovens jornalistas foram selecionados para seminários com a participação de eurodeputados, responsáveis europeus e reconhecidos especialistas e académicos portugueses e estrangeiros.

Ao nível das redes sociais da Agência, mantém-se a dinâmica de crescimento e de notoriedade, que se constata pelo incremento do alcance que têm obtido as contas da Lusa nas plataformas onde se encontra presente, tais como o X, Facebook, Instagram, YouTube e Instagram bem como no nível de interações registado. Um destaque especial para Instagram, em que os conteúdos da Lusa, apesar de maioritariamente baseados no clássico feed de notícias, são colocados com uma linguagem em conformidade com essa rede social. Adicionalmente, e dado que os destinatários desta rede são um público mais jovem, têm sido introduzidos conteúdos mais direcionados para esse segmento, tais como cinema, bem-estar, ciência, cultura e eventos culturais. No YouTube, a Lusa decidiu abrir os vídeos com um desfasamento do serviço normal de modo a dar a conhecer os conteúdos produzidos e aumentar a notoriedade.

Em 2025, a Lusa manteve a sua presença em instituições internacionais, nomeadamente através da participação na Assembleia Geral da EPA, da participação da Diretora de Áreas de Suporte em representação do Presidente do Conselho de Administração na Assembleia Geral da EANA e nas conferências de primavera e outono desta associação, em que também participou a Diretora de Áreas de Suporte, e participação da Lusa nas conferências do projeto MINDS.

Depois da certificação oficial da Escola Lusa, os cursos da Lusa, nomeadamente os estágios proporcionados pela Lusa várias vezes ao ano, já passaram a ser feitos segundo os moldes oficiais.

Em 22 e 23 de novembro, realizou-se o Encontro Anual de trabalhadores e colaboradores, a coincidir com as celebrações de Natal e onde foi lançada as comemorações dos 40 anos da Lusa, que ocorrerá em 12 dezembro 2026. Conforme mencionado anteriormente, foi ainda dada continuidade à Newsletter Interna SOMOS LUSA, um veículo de comunicação interna que visa mostrar o que há de novo em cada mês, e antecipar também o mês seguinte, reforçando o employer branding.

 

 

 

 

 

 

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